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sábado, 11 de janeiro de 2014
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
AS FESTAS NOS FAZ BEM?
As festas são um meio relacionado a alegrias e felicidades geralmente nos momentos marcantes da vida,
mas precisamos nos dosar da forma
correta para que não sejamos submetidos ao
desfecho de muitas tristezas por
não sabermos aproveitar os bons momentos
e vivenciá-los adequadamente!
A vida é hoje, vamos viver todas possibilidades,
mas empenhamo-nos em lembrar que podemos
estar no amanhã, e porventura não ter que sofrer
pra corrigir a demasia de hoje!
Sejamos coerentes com nossas próprias ambições,
ter ambição é muito bom quando à usamos como
ferramenta para conquistas!
Jamais deixamos que possamos ser a ferramenta das ambições, pois assim não haverá domínio!
Boas festas
e muitas realizações em 2014!
Atenciosamente:
bureaucausal!
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sábado, 23 de março de 2013
Escola Pública e Inclusão Social
Um texto do site Wikipédia da uma definição do termo Inclusão Social.
"Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem
a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela falta de classe social,
origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou preconceitos raciais.
Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados oportunidade
de acesso a bens e serviços,(...)inclusão social de alunos com necessidades especiais,
no ensino regular, é hoje garantida pela legislação educacional brasileira.
Contudo, a inclusão com garantia de direitos e qualidade de educação ainda é
um sonho a ser alcançado,um caminho a ser construído,
onde varias mudanças serão necessárias:estruturais, pedagógicas e sem duvidas
capacitação de professores no que se diz respeito a lidar com
situações corriqueiras do dia a dia de sala de aula."
No portal do Planalto encontramos a Lei que estabelece as diretrizes da Educação Nacional
A Lei infere no artigo segundo: "Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho."
O artigo segundo é complementado pelo artigo terceiro.
"Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
"Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem
a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela falta de classe social,
origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou preconceitos raciais.
Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados oportunidade
de acesso a bens e serviços,(...)inclusão social de alunos com necessidades especiais,
no ensino regular, é hoje garantida pela legislação educacional brasileira.
Contudo, a inclusão com garantia de direitos e qualidade de educação ainda é
um sonho a ser alcançado,um caminho a ser construído,
onde varias mudanças serão necessárias:estruturais, pedagógicas e sem duvidas
capacitação de professores no que se diz respeito a lidar com
situações corriqueiras do dia a dia de sala de aula."
No portal do Planalto encontramos a Lei que estabelece as diretrizes da Educação Nacional
A Lei infere no artigo segundo: "Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho."
O artigo segundo é complementado pelo artigo terceiro.
"Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;
IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância;
V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
VII - valorização do profissional da educação escolar;
VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;
IX - garantia de padrão de qualidade;
X - valorização da experiência extra-escolar;
XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais."
O ponto de conflito é crucial no encontro das definições dos termos em análise, quando procuramos avistar fatos oriundos do exercício da inclusão social no âmbito da Educação Pública no Brasil.
A Educação Pública no Brasil ainda é muito precária na condição de incluir socialmente.
Há um grande número de alunos das sociedades marginalizadas que não estão na rede de ensino público, e para os alunos regularmente matriculados e frequentadores das aulas nos períodos diários, não recebem ensino de qualidade.
Um ponto crítico nesta questão reside no sistema de "cotas" nas Universidades Públicas no Brasil.
As "cotas" são reservadas a estudantes que cursam o ensino médio em escolas públicas, afrodescendentes, índios, membros de comunidades quilombolas, etc.
O ensino público é deficitário em relação ao ensino particular que é de alta qualidade.
O ponto de vista ideal promove uma mudança uma mudança na Educação Pública, começando pela base da educação brasileira.
O desenvolvimento do conhecimento de um aluno está dentro da qualidade de ensino recebida pelo mesmo.
Se a Educação Pública fosse melhorada a um ponto de equilíbrio com a Educação Particular, os alunos de ambas formações teriam um aprendizado de alto nível, e com certeza não precisaria de uma política de implantação de cotas para poder disponibilizar ensino superior a alunos com déficit de aprendizado.
O fato incidente na questão é que a Educação Pública busca agir no ato de Inclusão Educacional, mas, se analisarmos, a própria rede de ensino público promove de certa forma, a exclusão educacional, ao aplicar nas salas de aula um ensino considerado de baixíssima qualidade.

O ponto de conflito é crucial no encontro das definições dos termos em análise, quando procuramos avistar fatos oriundos do exercício da inclusão social no âmbito da Educação Pública no Brasil.
A Educação Pública no Brasil ainda é muito precária na condição de incluir socialmente.
Há um grande número de alunos das sociedades marginalizadas que não estão na rede de ensino público, e para os alunos regularmente matriculados e frequentadores das aulas nos períodos diários, não recebem ensino de qualidade.
Um ponto crítico nesta questão reside no sistema de "cotas" nas Universidades Públicas no Brasil.
As "cotas" são reservadas a estudantes que cursam o ensino médio em escolas públicas, afrodescendentes, índios, membros de comunidades quilombolas, etc.
O ensino público é deficitário em relação ao ensino particular que é de alta qualidade.
O ponto de vista ideal promove uma mudança uma mudança na Educação Pública, começando pela base da educação brasileira.
O desenvolvimento do conhecimento de um aluno está dentro da qualidade de ensino recebida pelo mesmo.
Se a Educação Pública fosse melhorada a um ponto de equilíbrio com a Educação Particular, os alunos de ambas formações teriam um aprendizado de alto nível, e com certeza não precisaria de uma política de implantação de cotas para poder disponibilizar ensino superior a alunos com déficit de aprendizado.
O fato incidente na questão é que a Educação Pública busca agir no ato de Inclusão Educacional, mas, se analisarmos, a própria rede de ensino público promove de certa forma, a exclusão educacional, ao aplicar nas salas de aula um ensino considerado de baixíssima qualidade.

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domingo, 17 de março de 2013
Fonte da Matéria: Estadão (Brasil no ranking IDH da ONU)
'Brasil manteve o 85º lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano preparado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, posto apresentado desde 2007. O índice obtido foi de 0,730, em uma escala que vai de 0 a 1. Com essa nota, o País permanece no grupo de Desenvolvimento Humano Alto.'
O Brasil não tem muito a comemorar diante desta classificação.
Esta posição no ranking dentre os 187 países do grupo considerado de "elevado Índice de Desenvolvimento Humano", não serve de consolo para a nação brasileira.
O Brasil como uma das potencias econômicas do mundo tem condições de ocupar uma posição bem melhor na lista da ONU.
O fato é que o Brasil não busca esta melhora como deveria, pois as três bases principais para melhorar o IDH brasileiro, são à educação, saúde e o salário.
Vemos que as condições da educação, saúde e o salário no Brasil, são de baixa qualidade.
A sociedade brasileira sofre com o desconforto na qualidade de vida provocado por estas três bases principais.

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