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sábado, 11 de janeiro de 2014

Caravela Portuguesa

Você já teve a chance de ver uma caravela portuguesa?
Confesso que é um tanto exótica, e bastante estranha!
Não acreditou?; então confira você mesmo!
Garanto que vais se surpreender!
 Veja no Site abaixo:

Você Realmente Sabia?

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Ano Novo com Chuvas na Região de Campins-SP


O Ano novo começou molhado em algumas regiões do Brasil.

Na região de Campinas Choveu até uma boa chuvinha.

Me deteve por vários minutos em baixo de um toldo na rua,

então resolvi filmá-la!, kkkkk, espero que ela não reclame 

direitos autorais!




terça-feira, 30 de abril de 2013


ESTADÃO.COM. BR/São Paulo.
Dez adolescentes infratores são detidos por dia pela polícia em SP
Número de apreensões de menores de 18 anos subiu 23,6% de janeiro a março deste ano, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública.
29 de abril de 2013 | 22h 50
Tiago Dantas, de O Estado de S. Paulo.
“Dez adolescentes foram detidos a cada dia na capital paulista, em média, nos três primeiros meses deste ano. O número de apreensões de menores de 18 anos aumentou mês a mês, passando de 279 em janeiro para 345 em março (alta de 23,6%). De todas as prisões feitas na cidade, os adolescentes aparecem em 8,1% dos casos, segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública.”

A questão da violência praticada por menores no Brasil é muito complexa.
Praticamente quase todos os dias encontramos notícias de jornais ou telejornais que relatam violência de menores de idade.
Há uma discussão em torno da redução da maioridade penal, que poderia de certa forma, resolver em parte esta questão da violência de menores infratores, mas por outro lado, não seria exatamente o meio mais propício para solucionar este problema.
Em ocorrendo a redução da maioridade penal, esses menores iriam conviver em presídios com vários outros tipos de criminosos, o que provavelmente, seria para eles uma escola do mundo do crime.
É preciso uma análise Sociológica do caso para se promover mudanças que sejam adequadas e elaborar políticas sociais  que, tenham efeitos de atenuação na violência praticada por menores, e que vá gradativamente se extinguindo ao decorrer de todo o processo.  


Endereço da MATÉRIA.

sábado, 30 de março de 2013

O jornal Estadão noticia em 30 de março de 2013 às 18h53:




Boneco com foto de Feliciano é malhado em Brasília


AE - Agência Estado
"Mais um protesto pela permanência do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos ocorreu na tarde de hoje, em Brasília. A manifestação foi promovida pela Federação de Umbanda e Candomblé, diante do Congresso Nacional, onde um boneco com a foto do pastor Feliciano foi malhado como se fosse Judas.
Com o corpo recheado de "cédulas" de R$ 10, R$ 20 e R$ 50, o boneco teve um triste fim: depois de apanhar, foi jogado em uma montanha de lixo não reciclado, no gramado do Congresso.
No dia da tradicional brincadeira da malhação de Judas, Feliciano foi alvo de ruidosas críticas por se recusar a abrir mão da Comissão de Direitos Humanos. Sob o argumento de que o deputado é "racista" e defensor da homofobia, parlamentares de vários partidos têm pedido sua renúncia, mas ele garante que não entregará o cargo.
"Em um dos vídeos postados no `You Tube'', Feliciano prega o sepultamento dos pais de santo e o fechamento dos terreiros de candomblé. Isso é uma incitação à violência e não podemos aceitar essa intolerância", disse o Ogã Luiz Alves, da Federação de Umbanda e Candomblé.
Apesar de reunir poucas pessoas, o ato diante do Congresso estava animado e contou com a presença do antropólogo Marcelo Régis, detido na última quarta-feira pela Polícia Legislativa, a mando de Feliciano, logo após chamar o deputado de "racista"." 
Link da matéria aqui: Estadão 
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   Diante destas situações podemos ver que falar apenas, nos condiciona conviver com as anomalias criadas por nossas próprias palavras!

   Os relatos do Deputado Marcos Feliciano, o elevaram a um marco no contexto social do país, já que nossa cultura racial agrega várias raças e costumes diferentes.
   Não é correto excluir um cidadão do grupo social, pelo simples fato da escolha da prática religiosa, da sexualidade, e qualquer outra ação que esteja relacionada com o contexto de convívio social.
   Não escolhemos ser o que somos, nós carregamos na nossa formação cultural e pessoal, tudo  o que foi nos apresentado no processo de elaboração da nossa identidade pessoal.
   Somos diferentes pelo fato da riqueza cultural do nosso país,  nossa identidade pessoal está relacionada com vários fatores, como por exemplo: família, religião, localização geográfica, grupos sociais, etc.
   Vivemos modos e costumes que, a sociedade de uma forma geral, nos condicionou desde quando começamos a formatar nossa identidade pessoal, quando éramos apenas crianças!
   Cabe apenas a nós escolher como vivermos no mundo com nossas diferenças sem oprimir nossos semelhantes, somos todos filhos da mãe natureza!







sábado, 23 de março de 2013

Escola Pública e Inclusão Social

        Um texto do site Wikipédia da uma definição do termo Inclusão Social.



         "Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem
          a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela falta de classe social,
          origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou preconceitos raciais.
          Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados oportunidade
          de acesso a bens e serviços,(...)inclusão social de alunos com necessidades especiais,
           no ensino regular, é hoje garantida pela legislação educacional brasileira.
          Contudo, a inclusão com garantia de direitos e qualidade de educação ainda é
          um sonho a ser alcançado,um caminho a ser construído,
          onde varias mudanças serão necessárias:estruturais, pedagógicas e sem duvidas
          capacitação de professores no que se diz respeito a lidar com
          situações corriqueiras do dia a dia de sala de aula."

          No portal do Planalto encontramos a Lei que estabelece as  diretrizes da Educação Nacional 

A Lei infere no artigo segundo: "Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho."

O artigo segundo é complementado pelo artigo terceiro. 

"Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

         I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;
IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância;
V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
VII - valorização do profissional da educação escolar;
VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;
IX - garantia de padrão de qualidade;
X - valorização da experiência extra-escolar;
XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais."


O ponto de conflito é crucial no encontro das definições dos termos em análise, quando procuramos avistar fatos oriundos do exercício da inclusão social no âmbito da Educação Pública no Brasil.
A Educação Pública no Brasil ainda é muito precária na condição de incluir socialmente.
Há um grande número de alunos das sociedades marginalizadas que não estão na rede de ensino público, e para os alunos regularmente matriculados e frequentadores das aulas nos períodos diários, não recebem ensino de qualidade.
Um ponto crítico nesta questão reside no sistema de "cotas" nas Universidades Públicas no Brasil.
As "cotas" são reservadas a estudantes que cursam o ensino médio em escolas públicas, afrodescendentes, índios, membros de comunidades quilombolas, etc.
O ensino público é deficitário em relação ao ensino particular que é de alta qualidade.
O ponto de vista ideal promove uma mudança uma mudança na Educação Pública, começando pela base da educação brasileira.
O desenvolvimento do conhecimento de um aluno está dentro da qualidade de ensino recebida pelo mesmo.
Se a Educação Pública fosse melhorada a um ponto de equilíbrio com a Educação Particular, os alunos de ambas formações teriam um aprendizado de alto nível, e com certeza não precisaria de uma política  de implantação de cotas para poder disponibilizar ensino superior a alunos com déficit de aprendizado.
O fato incidente na questão é que a Educação Pública busca agir no ato de Inclusão Educacional, mas, se analisarmos, a própria rede de ensino público promove de certa forma, a exclusão educacional, ao aplicar nas salas de aula um ensino considerado de baixíssima qualidade.